Sobre mim

Olá,

O meu nome é Sílvia, sê bem-vinda(o) ao meu blog.

Sou mãe solteira, sou uma eterna sonhadora, interesso-me por uma vida mais natural, bem-estar, ecologia, cozinha saudável, temas ligados à expansão da consciência…

Decidi criar este blog para partilhar experiências e para inspirar outras pessoas.

Quando tinha cerca de 7 anos eu fazia pudins instantâneos à frente do fogão em cima de um banco para ficar mais alta. Aos 10 já fazia bolos sozinha, e aos 12 já me aventurava nos crepes.

Também adorava gatos e animais no geral. Mas sempre me lembro de ter gatos e de me comover com eles.

Sempre adorei ler e escrever. Andei na escola de música e fui autodidacta a pintar a acrílico. Gosto de jardinagem e de ver as plantas no seu processo de crescimento. Gosto de ouvir o som do vento a agitar os ramos das árvores. Gosto de ouvir os passarinhos nos seus habitats naturais. Gosto de correr no meio da natureza.

Sou formada em Arqueologia, mas a vida não me quis arqueóloga. Enveredei então pela formação na área das massagens.

A maternidade veio mudar a minha vida. Comecei a interessar-me mais por uma alimentação saudável. Comecei a olhar para as pessoas à minha volta e a entender que somos mesmo aquilo que comemos. A nossa alimentação define a nossa saúde, tanto física como mental. Na minha família 3 pessoas sofreram um AVC. Isso fez-me deflectir sobre a nossa maneira de comer, porque muitas vezes comemos “por tradição”. Porque era assim que os nossos pais comiam e porque nunca nos questionamos sobre isso. Mas eu questionei-me! Deixei de comer carne e lacticínios. A minha alimentação é baseada em cereais integrais, leguminosas, vegetais e frutas.

Quando fiz esta mudança comecei a sentir-me muito melhor. Com mais energia, mais vitalidade e com mais clareza mental. Comecei também a ter mais interesse por ecologia, porque quero pensar num mundo melhor para o meu filho.

A maternidade veio igualmente alertar-me para os temas da expansão da consciência. Porque, mais uma vez, eu questiono-me! Sobre a nossa maneira de ser, porque agimos de determinada maneira, como podemos melhorar… porque tenho um filho para educar, porque não quero que ele seja “mais um” saído de uma fábrica de série, de uma sociedade que faz sem saber porque faz, que faz porque sempre assim se fez. Porque acredito que todas as pessoas podem ser boas. Porque eu própria já mudei e quero continuar sempre este processo de mudança.

Quero partilhar e quero de alguma maneira inspirar. Lembrem-se de seguir a vossa intuição. A minha trouxe-me até aqui!